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terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Lingeries - Kollus Confecções ®

Ref.: KC012-1
Descrição: Fio Dental Modelo Yara
Material: Tule ou Renda
Tamanho: Único

Lingeries - Kollus Confecções ®

Ref.: KC013-0
Descrição: Fio Dental Emanuele com Regulador Lateral e Bolso Frontal
Material: Lycra ou Cotton e Renda
Tamanho: Único

Lingeries - Kollus Confecções ®

Ref.: KC012-0
Descrição: Fio Dental Modelo Yara com Regulador lateral
Material: Lycra com Tule ou Renda
Tamanho: Único

Lingeries - Kollus Confecções ®

Ref.: KC010-2
Descrição: Calcinha Fio Dental Modelo Laine
Material: Tule ou Renda
Tamanho: P /M /G

sábado, 29 de janeiro de 2011

O Velho e o Escorpião!


Havia um velho que costumava meditar toda manhã bem cedo sob uma enorme árvore na margem do Ganges.

Certa manhã, depois de ter terminado sua meditação, o velho abriu os olhos e viu um escorpião flutuando sem defesa na água.

Quando o escorpião se aproximou da árvore pela água, o homem depressa se estirou sobre uma das longas raízes que se espraiava rio adentro e estendeu a mão para resgatar o animal que se afogava.

Logo que o tocou, o escorpião picou-o.
Instintivamente, o homem recolheu a mão.
Um instante mais tarde, depois de recuperar o equilíbrio, ele se estirou novamente sobre as raízes para salvar o escorpião.
Desta vez o escorpião picou-o tão gravemente com sua cauda venenosa que a mão do homem ficou inchada e ensangüentada, e seu rosto contorcido de dor.

Naquele momento, um passante, vendo o velho estirado no chão a lutar com o escorpião, gritou:
― Hei, velho imbecil, o que há de errado com você? Só um idiota arriscaria a vida por uma criatura tão feia e maligna.
Você não sabe que pode se matar tentando salvar esse escorpião ingrato?

O velho virou a cabeça. Olhando o estranho nos olhos, disse calmamente:

― Meu amigo, só porque é da natureza do escorpião picar, não muda minha natureza de salvar.

Tem pessoas assim, sua natureza é "picar as pessoas que as socorrem, que as ajudam, que só lhe fazem o bem. Sua natureza é má.
Outras mesmo sendo "picadas" não param jamais de socorrer, de amparar. Sua natureza é boa, seu coração é bom.


Qual desses é você?
História de Henri Nouwen

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Gratidão!


O rapaz estava desempregado. Fora despejado e dormia no carro. Carro, aliás, que ele não tinha sequer dinheiro para colocar combustível.

Chegou o dia em que estava com fome. Sem dinheiro para comprar alguma coisa, desesperou-se. 
Noite fria, estômago reclamando, entrou numa lanchonete. Como não sabia quando seria sua próxima refeição, comeu a mais não poder.

Quando chegou a hora de pagar, fingiu que tinha perdido sua carteira. Fez um barulho enorme e começou a procurá-la por todo lugar. Virou a lanchonete de cabeça para baixo.

De trás do balcão o cozinheiro, que era também o dono do lugar, saiu e foi até onde estava o rapaz. Abaixou-se, fingindo que apanhava alguma coisa do chão, e entregou ao moço cem reais, dizendo-lhe:

- Acho que você deixou cair quando entrou.

O rapaz ficou mais confuso ainda, mas, pagou a conta e saiu rapidinho.

- E se o dono do dinheiro aparecer? Ele se perguntava, andando pela rua.

Até que se deu conta que, na verdade, o dono da lanchonete fingira achar o dinheiro.

Colocou gasolina no carro e rodou para outra cidade. Enquanto dirigia, agradecia a Deus o gesto daquele piedoso desconhecido. E prometeu que, se sua vida viesse a melhorar, faria aos outros, o que aquele homem fizera por ele.

O tempo passou. Ele teve fracassos, reveses. Até que, afinal, as dores da pobreza passaram. 

Foi então, que decidiu que era hora de honrar a promessa e cumprir o voto feito naquela noite escura de inverno. Pelos anos seguintes, ele iniciou sua jornada de doações. Queria dar, mas, não queria que as pessoas o agradecessem.

Começou a identificar pessoas realmente necessitadas. Assim, a família de um garoto de 14 anos, que sofria de leucemia, encontrou uma boa soma de dinheiro em sua caixa de correio. Uma viúva, com sete crianças e dois netos, foi surpreendida com várias notas, colocadas embaixo de sua porta. Um jovem que precisava de um transplante de pulmão respirou aliviado, quando em sua conta apareceu a expressiva soma que precisava para a cirurgia. Ele pagou aluguel, prestações de carro, contas de mercado, sempre sem aviso e sem ficar por perto para elogios.

A sua alegria era a expressão no rosto das pessoas beneficiadas. Agora só faltava agradecer a quem o socorreu, quando precisou.

Procurou pelo dono da lanchonete, durante quase um ano. O local conhecido estava fechado.

Arranjou um encontro, dizendo-se historiador e que desejava fazer uma matéria sobre pessoas antigas daquela localidade. 

Chegou carregado de presentes, além de avultada quantia em dinheiro. Ao se deparar com o seu benfeitor de outrora, disse-lhe:

- Eu sou aquele sujeito que você ajudou, 29 anos atrás. Você mudou a minha vida, naquela noite.

O ex-dono da lanchonete, agora aposentado, com 81 anos de idade, chorou, tamanha emoção, ao lado da sua esposa, agora gravemente doente, lutando contra um câncer e o mal de Alzheimer.

Por causa da situação, estava atolado em contas hospitalares. O dinheiro fora mandado por Deus.

Para o antigo beneficiado era um simples gesto de gratidão. Para aquele idoso o dinheiro era o acenar de um novo tempo, sem provações.

“A gratidão é a memória do coração”. - Antistenes

A vida é um espelho!


Ele quase não viu a senhora, com o carro parado no acostamento. Chovia forte e já era noite. Mas percebeu que ela precisava de ajuda. Assim parou seu carro e se aproximou.

O carro dela cheirava a tinta, de tão novinho. Mesmo com o sorriso que ele estampava na face, ela ficou preocupada. Ninguém tinha parado para ajudar durante a última hora. Ele iria aprontar alguma?

Ele não parecia seguro, parecia pobre e faminto. Ele pode ver que ela estava com muito medo e disse:

Eu estou aqui para ajudar madame, não se preocupe. Por que não espera no carro onde está quentinho? A propósito, meu nome é Renato.

Bem, tudo que ela tinha era um pneu furado, mas para uma senhora de idade avançada era ruim o bastante.

Renato abaixou-se, colocou o macaco e levantou o carro. Ele já estava trocando o pneu. Mas ficou um tanto sujo e ainda feriu uma das mãos.

Enquanto apertava as porcas da roda ela abriu a janela e começou a conversar com ele. Contou que era de São Paulo e que só estava de passagem por ali e que não sabia como agradecer pela preciosa ajuda.

Renato apenas sorriu enquanto se levantava.

Ela perguntou quanto devia. Qualquer quantia teria sido muito pouco para ela. Já tinha imaginado todas as terríveis coisas que poderiam ter acontecido se Renato não tivesse parado e ajudado.

Renato não pensava em dinheiro, aquilo não era um trabalho para ele. Gostava de ajudar quando alguém tinha necessidade e Deus já lhe havia ajudado bastante. Este era seu modo de viver e nunca lhe ocorreu agir de outro modo.

E respondeu: Se realmente quiser me pagar, da próxima vez que encontrar alguém que precise de ajuda, dê para aquela pessoa a ajuda de que ela precisar. E acrescentou: e lembre-se de mim.

Esperou até que ela saísse com o carro e também se foi.

Tinha sido um dia frio e deprimente, mas ele se sentia bem, indo para casa, desaparecendo no crepúsculo.

Alguns quilômetros abaixo a senhora parou seu carro num pequeno restaurante. Entrou para comer alguma coisa.

Era um restaurante muito simples, e tudo ali era estranho para ela. A garçonete veio até ela e trouxe-lhe uma toalha limpa para que pudesse esfregar e secar o cabelo molhado e lhe dirigiu um doce sorriso, um sorriso que mesmo os pés doendo por um dia inteiro de trabalho não pode apagar.

A senhora notou que a garçonete estava com quase oito meses de gravidez, mas ela não deixou a tensão e as dores mudarem a sua atitude.

A senhora ficou curiosa em saber como alguém que tinha tão pouco, podia tratar tão bem a um estranho. Então se lembrou de Renato.

Depois que terminou a sua refeição, enquanto a garçonete buscava troco para a nota de cem reais, a senhora se retirou.

Já tinha partido quando a garçonete voltou. Ela queria saber onde a senhora poderia ter ido quando notou algo escrito no guardanapo, sob o qual tinha mais 4 notas de cem reais.

Existiam lágrimas em seus olhos quando leu o que a senhora escreveu. Dizia: “você não me deve nada, eu já tenho o bastante”. Alguém me ajudou hoje e da mesma forma estou lhe ajudando.

Se você realmente quiser me reembolsar por este dinheiro, não deixe este círculo de amor terminar com você, ajude alguém.

Bem, havia mesas para limpar, açucareiros para encher, e pessoas para servir, e a garçonete voltou ao trabalho.

Aquela noite, quando foi para casa cansada e deitou-se na cama, seu marido já estava dormindo e ela ficou pensando no dinheiro e no que a senhora deixou escrito.

Como pôde aquela senhora saber o quanto ela e o marido precisavam disto? Com o bebê que estava para nascer no próximo mês, como estava difícil!

Ficou pensando na bênção que havia recebido, deu um grande sorriso, agradeceu a Deus e virou-se para o preocupado marido que dormia ao lado, deu-lhe um beijo macio e sussurrou:
Tudo ficará bem; eu te amo Renato!

A vida é assim, um espelho. Tudo o que você transmite volta para você, e geralmente em dobro.

 “Deus não escolhe os capacitados, capacita os escolhidos”.
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