sábado, 29 de janeiro de 2011

O Velho e o Escorpião!


Havia um velho que costumava meditar toda manhã bem cedo sob uma enorme árvore na margem do Ganges.

Certa manhã, depois de ter terminado sua meditação, o velho abriu os olhos e viu um escorpião flutuando sem defesa na água.

Quando o escorpião se aproximou da árvore pela água, o homem depressa se estirou sobre uma das longas raízes que se espraiava rio adentro e estendeu a mão para resgatar o animal que se afogava.

Logo que o tocou, o escorpião picou-o.
Instintivamente, o homem recolheu a mão.
Um instante mais tarde, depois de recuperar o equilíbrio, ele se estirou novamente sobre as raízes para salvar o escorpião.
Desta vez o escorpião picou-o tão gravemente com sua cauda venenosa que a mão do homem ficou inchada e ensangüentada, e seu rosto contorcido de dor.

Naquele momento, um passante, vendo o velho estirado no chão a lutar com o escorpião, gritou:
― Hei, velho imbecil, o que há de errado com você? Só um idiota arriscaria a vida por uma criatura tão feia e maligna.
Você não sabe que pode se matar tentando salvar esse escorpião ingrato?

O velho virou a cabeça. Olhando o estranho nos olhos, disse calmamente:

― Meu amigo, só porque é da natureza do escorpião picar, não muda minha natureza de salvar.

Tem pessoas assim, sua natureza é "picar as pessoas que as socorrem, que as ajudam, que só lhe fazem o bem. Sua natureza é má.
Outras mesmo sendo "picadas" não param jamais de socorrer, de amparar. Sua natureza é boa, seu coração é bom.


Qual desses é você?
História de Henri Nouwen

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Gratidão!


O rapaz estava desempregado. Fora despejado e dormia no carro. Carro, aliás, que ele não tinha sequer dinheiro para colocar combustível.

Chegou o dia em que estava com fome. Sem dinheiro para comprar alguma coisa, desesperou-se. 
Noite fria, estômago reclamando, entrou numa lanchonete. Como não sabia quando seria sua próxima refeição, comeu a mais não poder.

Quando chegou a hora de pagar, fingiu que tinha perdido sua carteira. Fez um barulho enorme e começou a procurá-la por todo lugar. Virou a lanchonete de cabeça para baixo.

De trás do balcão o cozinheiro, que era também o dono do lugar, saiu e foi até onde estava o rapaz. Abaixou-se, fingindo que apanhava alguma coisa do chão, e entregou ao moço cem reais, dizendo-lhe:

- Acho que você deixou cair quando entrou.

O rapaz ficou mais confuso ainda, mas, pagou a conta e saiu rapidinho.

- E se o dono do dinheiro aparecer? Ele se perguntava, andando pela rua.

Até que se deu conta que, na verdade, o dono da lanchonete fingira achar o dinheiro.

Colocou gasolina no carro e rodou para outra cidade. Enquanto dirigia, agradecia a Deus o gesto daquele piedoso desconhecido. E prometeu que, se sua vida viesse a melhorar, faria aos outros, o que aquele homem fizera por ele.

O tempo passou. Ele teve fracassos, reveses. Até que, afinal, as dores da pobreza passaram. 

Foi então, que decidiu que era hora de honrar a promessa e cumprir o voto feito naquela noite escura de inverno. Pelos anos seguintes, ele iniciou sua jornada de doações. Queria dar, mas, não queria que as pessoas o agradecessem.

Começou a identificar pessoas realmente necessitadas. Assim, a família de um garoto de 14 anos, que sofria de leucemia, encontrou uma boa soma de dinheiro em sua caixa de correio. Uma viúva, com sete crianças e dois netos, foi surpreendida com várias notas, colocadas embaixo de sua porta. Um jovem que precisava de um transplante de pulmão respirou aliviado, quando em sua conta apareceu a expressiva soma que precisava para a cirurgia. Ele pagou aluguel, prestações de carro, contas de mercado, sempre sem aviso e sem ficar por perto para elogios.

A sua alegria era a expressão no rosto das pessoas beneficiadas. Agora só faltava agradecer a quem o socorreu, quando precisou.

Procurou pelo dono da lanchonete, durante quase um ano. O local conhecido estava fechado.

Arranjou um encontro, dizendo-se historiador e que desejava fazer uma matéria sobre pessoas antigas daquela localidade. 

Chegou carregado de presentes, além de avultada quantia em dinheiro. Ao se deparar com o seu benfeitor de outrora, disse-lhe:

- Eu sou aquele sujeito que você ajudou, 29 anos atrás. Você mudou a minha vida, naquela noite.

O ex-dono da lanchonete, agora aposentado, com 81 anos de idade, chorou, tamanha emoção, ao lado da sua esposa, agora gravemente doente, lutando contra um câncer e o mal de Alzheimer.

Por causa da situação, estava atolado em contas hospitalares. O dinheiro fora mandado por Deus.

Para o antigo beneficiado era um simples gesto de gratidão. Para aquele idoso o dinheiro era o acenar de um novo tempo, sem provações.

“A gratidão é a memória do coração”. - Antistenes

A vida é um espelho!


Ele quase não viu a senhora, com o carro parado no acostamento. Chovia forte e já era noite. Mas percebeu que ela precisava de ajuda. Assim parou seu carro e se aproximou.

O carro dela cheirava a tinta, de tão novinho. Mesmo com o sorriso que ele estampava na face, ela ficou preocupada. Ninguém tinha parado para ajudar durante a última hora. Ele iria aprontar alguma?

Ele não parecia seguro, parecia pobre e faminto. Ele pode ver que ela estava com muito medo e disse:

Eu estou aqui para ajudar madame, não se preocupe. Por que não espera no carro onde está quentinho? A propósito, meu nome é Renato.

Bem, tudo que ela tinha era um pneu furado, mas para uma senhora de idade avançada era ruim o bastante.

Renato abaixou-se, colocou o macaco e levantou o carro. Ele já estava trocando o pneu. Mas ficou um tanto sujo e ainda feriu uma das mãos.

Enquanto apertava as porcas da roda ela abriu a janela e começou a conversar com ele. Contou que era de São Paulo e que só estava de passagem por ali e que não sabia como agradecer pela preciosa ajuda.

Renato apenas sorriu enquanto se levantava.

Ela perguntou quanto devia. Qualquer quantia teria sido muito pouco para ela. Já tinha imaginado todas as terríveis coisas que poderiam ter acontecido se Renato não tivesse parado e ajudado.

Renato não pensava em dinheiro, aquilo não era um trabalho para ele. Gostava de ajudar quando alguém tinha necessidade e Deus já lhe havia ajudado bastante. Este era seu modo de viver e nunca lhe ocorreu agir de outro modo.

E respondeu: Se realmente quiser me pagar, da próxima vez que encontrar alguém que precise de ajuda, dê para aquela pessoa a ajuda de que ela precisar. E acrescentou: e lembre-se de mim.

Esperou até que ela saísse com o carro e também se foi.

Tinha sido um dia frio e deprimente, mas ele se sentia bem, indo para casa, desaparecendo no crepúsculo.

Alguns quilômetros abaixo a senhora parou seu carro num pequeno restaurante. Entrou para comer alguma coisa.

Era um restaurante muito simples, e tudo ali era estranho para ela. A garçonete veio até ela e trouxe-lhe uma toalha limpa para que pudesse esfregar e secar o cabelo molhado e lhe dirigiu um doce sorriso, um sorriso que mesmo os pés doendo por um dia inteiro de trabalho não pode apagar.

A senhora notou que a garçonete estava com quase oito meses de gravidez, mas ela não deixou a tensão e as dores mudarem a sua atitude.

A senhora ficou curiosa em saber como alguém que tinha tão pouco, podia tratar tão bem a um estranho. Então se lembrou de Renato.

Depois que terminou a sua refeição, enquanto a garçonete buscava troco para a nota de cem reais, a senhora se retirou.

Já tinha partido quando a garçonete voltou. Ela queria saber onde a senhora poderia ter ido quando notou algo escrito no guardanapo, sob o qual tinha mais 4 notas de cem reais.

Existiam lágrimas em seus olhos quando leu o que a senhora escreveu. Dizia: “você não me deve nada, eu já tenho o bastante”. Alguém me ajudou hoje e da mesma forma estou lhe ajudando.

Se você realmente quiser me reembolsar por este dinheiro, não deixe este círculo de amor terminar com você, ajude alguém.

Bem, havia mesas para limpar, açucareiros para encher, e pessoas para servir, e a garçonete voltou ao trabalho.

Aquela noite, quando foi para casa cansada e deitou-se na cama, seu marido já estava dormindo e ela ficou pensando no dinheiro e no que a senhora deixou escrito.

Como pôde aquela senhora saber o quanto ela e o marido precisavam disto? Com o bebê que estava para nascer no próximo mês, como estava difícil!

Ficou pensando na bênção que havia recebido, deu um grande sorriso, agradeceu a Deus e virou-se para o preocupado marido que dormia ao lado, deu-lhe um beijo macio e sussurrou:
Tudo ficará bem; eu te amo Renato!

A vida é assim, um espelho. Tudo o que você transmite volta para você, e geralmente em dobro.

 “Deus não escolhe os capacitados, capacita os escolhidos”.

sábado, 22 de janeiro de 2011

VOCÊ É VENCEDOR!


Às vezes nossa vida é assim: 
Enfrentamos o mar vermelho, 
Caminhamos pelo deserto, 
Pegamos um barco e somos 
apanhado por um temporal no meio do mar, 
Chegando em terra somos 
afrontados por gigantes,
Entramos na cova dos leões,
Somos lançados na fornalha de fogo,
Vendidos como escravo,
E inocentes diante de Deus pelos homens somos acusados...
MAS, SE CRERES...
O mar vai se abrir;
No deserto providência não vai faltar;
A tempestade vai cessar;
O gigante cairá;
Na cova os leões não vão te tocar;
Na fornalha o fogo não te queimará;
Da escravidão você sairá para Reinar
E os teus acusadores te verão Triunfar...
Ouse crer Deus vai até o fim com você...
LEMBRE-SE : VOCÊ É VENCEDOR

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Arame Farpado

Simples assim


Eu quero...
Ser leve como uma folha que cai da árvore com o sopro do vento
Andar de pés descalços e sentir a grama, ainda molhada pelo orvalho
Sentar no alto da montanha só para ver o maior espetáculo do mundo, que é o pôr do sol 
Admirar as cores do arco-íris fazendo mil e uma combinações
Ter a força dos animais da selva, e a delicadeza de uma rosa
Me apegar à simplicidade, e jogar fora o que é complexo demais
                                  Desconheço o autor

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Encontro entre Deus e um anjo!



Muito tempo atrás, depois de o mundo ser criado e da vida completá-lo, houve um dia, numa tarde de céu azul e calor ameno, um encontro entre Deus e um de seus incontestáveis anjos.

Acredita? Deus estava sentado, calado, sob a sombra de um pé de jabuticaba. Lentamente, sem pecado, erguia suas mãos e então colhia uma ou outra fruta. Saboreava sua criação divina, adocicada. Fechava os olhos e pensava, permitia-se um sorriso piedoso. Mantinha seu olhar complacente.

Foi então que das nuvens um de seus muitos arcanjos desceu e veio em sua direção. Você já ouviu a voz de um anjo? É como o sussurro da brisa. Ele tinha asas lindas, brancas, imaculadas. Ajoelhou-se aos pés de Deus e disse:

- Senhor, visitei a sua criação como pediu. Fui a todos os cantos, estive no sul, no norte, no leste e oeste. Vi e fiz parte de todas as coisas. Observei cada uma de suas criaturas humanas. E por ter visto isto, vim até o senhor para tentar entender: por quê? Por que cada uma das pessoas sobre a terra tem apenas uma asa? Nós anjos, temos duas. Podemos ir até o amor que o senhor representa sempre que desejarmos. Podemos voar para a liberdade sempre que quisermos. Mas o humano, com sua única asa, não pode voar, não pode voar com apenas uma asa.

Deus, na brandura do seu gesto, respondeu pacientemente ao anjo:

- Eu sei disso, sei que fiz os humanos dessa forma.

Intrigado com a consciência absoluta de Deus, o anjo queria entender e perguntou novamente:

- Mas por que o senhor deu aos seres humanos apenas uma asa, quando são necessárias duas asas para poder se voar e para poder ser livre?

Conhecedor que era de todas as respostas, ele não teve pressa para falar, e disse:

- Eles podem voar sim, meu anjo. Dei aos humanos apenas uma asa para que eles pudessem voar mais e melhor do que eu ou vocês, meus arcanjos. Para voar, meu amigo, você precisa de suas duas asas, embora livre, sempre estará sozinho, talvez da mesma maneira que eu. Mas os humanos, eles com a sua única asa, precisarão sempre dar as mãos para alguém a fim de terem as suas duas asas. Cada um deles tem, na verdade, um par de asas, uma outra asa em algum lugar do mundo que completa o par. Assim, eles aprenderão a respeitarem-se, pois quebrando a única asa de outra pessoa, eles podem estar acabando com as suas próprias chances de voar. Sendo assim, meu anjo, eles aprenderão amar verdadeiramente outra pessoa. Aprenderão que somente permitindo-se amar, eles poderão voar. Tocando a mão de outra pessoa, em um abraço correto e afetuoso, eles poderão encontrar a asa que lhes faltam e finalmente poderão voar. Pois somente através do amor, chegarão até onde eu estou, assim, como você meu anjo, eles nunca, nunca estarão sozinhos quando forem voar...
Autor desconhecido

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

Sorvetes

Sorvete Caseiro de Côco

Ingredientes

·           2 xícaras de leite de coco
·           1/2 xícara de água
·           8 colheres (sopa) de açúcar
·           4 claras em neve

Como Fazer

Bata as claras em neve. Acrescente aos poucos o açúcar deixando em ponto de suspiro. Retire o suspiro da batedeira e adicione delicadamente o leite de coco. Incorpore bem.
Coloque em uma tigela e leve ao freezer. Assim que começar a endurecer, retire do freezer e bata na batedeira por alguns minutos. Leve novamente ao freezer para firmar bem.




Sorvete Abacaxi


Ingredientes
- 1 abacaxi pequeno,(descascado e cortado em pedaços)
- 2 copos de açúcar
- 1/2 copo de água
- 2 claras em neve
Modo de Preparar
Triture o abacaxi no liqüidificador e leve-o à geladeira. 
Faça uma calda em ponto de fio médio com a água e o açúcar e despeje sobre as claras batendo até esfriar. 
Adicione o abacaxi e bata por mais 3 minutos e congele.

Bom apetite !


Sorvete de Manga



Ingredientes


- 10 mangas pequenas e maduras
- 3 claras
- 10 colheres (de sopa) de açúcar
- 1 1/2 copo de água

Modo de Preparar
Bata as claras em neve, junte 5 colheres (de sopa) de açúcar e bata até o ponto de suspiro. 
Faça uma calda rala com o restante do açúcar e a água.
Passe a polpa das mangas no liqüidificador e misture à calda (após esfriar) e ao suspiro. Mexa bem e leve ao congelador.


Milk Shake Caseiro


Duas receitas de Milk Shake Caseiro.
É muito simples de fazer e você não gasta quase nada. São ingredientes simples e o modo de preparo também. As duas receitas foram tiradas do site do programa Mais Você, de Ana Maria Braga.
RECEITA 1:

Ingredientes:
-2 cubos de gelo para cada 200ml de leite
-200ml de leite para cada pessoa
-achocolatado (a quantidade que quiser)
Modo de preparo:
Bata tudo no liquidificador na maior potência e espere uns 2 minutos.
RECEITA 2:

Para o milkshake de achocolatado granulado:
- 5 bolas de sorvete de creme
- 5 colheres (sopa) de achocolatado granulado sabor chocolate
- 1 xícara (chá) de leite frio
- achocolatado granulado sabor chocolate a gosto
Modo de Preparo:

Num liquidificador bata 5 bolas de sorvete de creme, 5 colheres (sopa) de achocolatado granulado sabor chocolate, 1 xícara (chá) de leite frio e achocolatado granulado sabor chocolate a gosto até ficar bem homogêneo. Sirva cada copo com 2 colheres (sopa) de achocolatado granulado sabor chocolate. Sirva bem gelado.

SORVETE FÁCIL DE MARACUJÁ


Ingredientes
1 LATA DE LEITE CONDENSADO
1 LATA DE LEITE DE VACA
4 MARACUJÁS MÉDIOS
5 COLHERES DE (SOPA) DE AÇUCAR

MODO DE FAZER:

Bata a polpa dos maracujás no liquidificador e coe. Acrescente o resto dos ingredientes e torne a bater. Ponha em tacinhas e leve ao frezer.
Esse sorvete é muito saboroso!!!






quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

Anjo de Deus!

Imagine que há um anjo de Deus ao seu lado neste momento... Feche os olhos ,silencie, fique tranqüila e pense em todos os problemas que gostaria de solucionar... Tudo o que te angustia, te faz chorar, te oprime, te preocupa, te deixa triste... Até mesmo seu medo do futuro, de errar, de escolher o caminho errado... 


Pense agora em tudo isso... Abra seu coração e se imagine entregando tudo isso a Deus... Coloque as suas mãos em posição de entrega ainda de olhos fechados... Se não der, imagine se entregando agora, como alguém que entrega um saco bem pesado para outra pessoa levar...

Se imagine limpando seu coração, tirando o lodo, varrendo a poeira, abrindo as janelas... Mas se concentre, se desligue de tudo ao seu redor; agora é só você e Deus... Pense no rosto de Deus, no abraço de Deus, no amor de Deus, aquele sopro suave te embalando...

Veja esse fardo ir escorregando das suas mãos, saindo, o vento levando para as mãos do anjo... Relaxe e sinta a sensação de alívio interior... Acendeu-se uma vela, uma luz interior, você jogou fora todo o lixo...

Agora imagine tudo de bom que você quer que aconteça ou que já aconteceu... Momentos de felicidade, amizade, carinho, paz, romance... Coloque tudo em suas mãos, imaginariamente, e faça o gesto de guardar no seu coração, como se guarda uma jóia numa caixinha. Coloque aquele tesouro guardado lá dentro.

Diga um obrigado com muita fé, de coração... Agradeça por tudo isso de bom que ficou e pelo ruim que saiu... Agora abra seus olhos, conte até três e respire bem fundo e devagar... Inspire e expire bem devagar... Vá sentindo essa paz interior, um amor que te preenche, uma liberdade incrível...

Agora, imagine que o anjo voou e levou suas orações em um saquinho para Deus... Imagine Deus abrindo, lendo... E imagine que o saco de fardos foi aberto e seu conteúdo se desintegrou no ar... Sumiu sem vestígio...

Imagine o anjo voltando com seu saquinho de respostas na mão... Se imagine abrindo o saquinho... Abrindo devagar e vendo coisas boas, muito boas lá dentro...

Agora volte um pouco à realidade... E agradeça a Deus pela respostas... Mesmo sem saber quais são elas ainda, agradeça, porque elas são o que há de melhor para você... Fique tranqüila sabendo que em breve irá conhecê-las...

                                                                                                         Autor desconhecido

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Netos!

Netos são como herança. 
Você ganha sem merecer. 
Sem ter feito nada para isso, de repente lhe caem do céu... 
É, como dizem os ingleses, um ato de Deus. 
Sem se passarem as penas do amor, sem os compromissos do matrimônio, sem as dores da maternidade. 
E não se trata de um filho apenas suposto. 
O neto é, realmente, o sangue do seu sangue, filho do filho, mais filho que filho mesmo... 

Cinquenta anos, cinqüenta e cinco... Você sente, obscuramente, nos seus ossos, que o tempo passou mais depressa do que se esperava. 
Não lhe incomoda envelhecer, é claro. 
A velhice tem suas alegrias, as suas compensações: todos dizem isso, embora você, pessoalmente, ainda não as tenha descoberto, mas acredita. Todavia, também, obscuramente,também sentida nos seus ossos, às vezes lhe dá aquela nostalgia da mocidade. 
Não de amores com suas paixões: a doçura da meia idade não lhe exige essa efervescência. 
A saudade é de alguma coisa que você tinha e que lhe fugiu, sutilmente, junto com a mocidade. Bracinhos de criança. O tumulto da presença infantil ao seu redor. 
Meu Deus, para onde foram as suas crianças? 

Naqueles adultos cheios de problemas que hoje são os filhos, que tem sogro e sogra, cônjuge, emprego, apartamento e prestações, você não encontra de modo algum as suas crianças perdidas. 
São homens e mulheres - não são mais aqueles que você recorda. 

E então, um belo dia, sem que lhe fosse imposta nenhuma das agonias da gestação ou do parto, o doutor lhe coloca nos braços um bebê. 
Completamente grátis. Nisso é que está a maravilha. 

Sem dores, sem choro, aquela criancinha da qual você morria de saudades, símbolo ou penhor da mocidade perdida. Pois aquela criancinha, longe de ser um estranho, é um filho seu que lhe é devolvido. 
E o espantoso é que todos lhe reconhecem o seu direito de o amar com extravagância. Ao contrário, lhe causaria espanto, decepção se você não o acolhesse com todo aquele amor recalcado que há anos se acumulava desdenhado no seu coração. 

Sim, tenho a certeza de que a vida nos dos dá netos para nos compensar de todas as perdas trazidas pela velhice. São amores novos, profundos e felizes, que vem ocupar aquele lugar vazio, nostálgico, deixado pelos arroubos juvenis. 

E, quando você vai embalar o menino ao som de "passarinho como vai" ele, tonto de sono abre os olhinhos e diz : 
"Vovó", seu coração estala de felicidade, como pão no forno! " 

Rachel de Queiroz

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

Ser chique sempre


Nunca o termo "chique" foi tão usado para qualificar pessoas como nos dias de hoje. 

A verdade é que ninguém é chique por decreto. E algumas boas coisas da
vida, infelizmente, não estão à venda. Elegância é uma delas. 
Assim, para ser chique é preciso muito mais que um guarda-roupa ou
closet recheado de grifes famosas e importadas. Muito mais que um belo carro Italiano. 



O que faz uma  pessoa chique, não é o que essa pessoa tem, 
mas a forma como ela se comporta perante a vida. 



Chique mesmo é quem fala baixo. 
Quem não procura chamar atenção com suas risadas muito alta
nem por seus imensos decotes e
nem precisa contar vantagens, 
mesmo quando estas são verdadeiras.



Chique é atrair, mesmo sem querer, todos os olhares, porque se tem brilho próprio.
Chique mesmo é ser discreto,
não fazer perguntas ou insinuações inoportunas,
nem procurar saber o que não é da sua conta.
Chique mesmo é parar na faixa de pedestre
É evitar se deixar levar pela mania nacional de jogar lixo na rua.
Chique mesmo é dar bom dia ao porteiro do seu prédio e às
pessoas que estão no elevador.
É lembrar do aniversário dos amigos.
Chique mesmo é não se exceder jamais!
Nem na bebida, nem na comida, nem na maneira de se vestir. 



Chique mesmo é olhar nos olhos do seu interlocutor. 
É "desligar o radar" quando estiverem sentados à mesa do restaurante, e
prestar verdadeira atenção a sua companhia.
Chique mesmo é honrar a sua palavra,
ser grato a quem o ajuda,
correto com quem você se relaciona
e honesto nos seus negócios.
Chique mesmo é não fazer a menor questão de aparecer,
ainda que você seja o homenageado da noite!



Mas para ser chique, chique mesmo, você tem, antes de tudo,
de  se lembrar sempre de o quão breve é a vida
e de que, ao final e ao cabo, vamos todos retornar ao mesmo lugar,
na mesma forma de energia.
Portanto, não gaste sua energia com o que não tem valor,
não desperdice as pessoas interessantes com quem se encontrar
e não aceite, em hipótese alguma, fazer qualquer coisa que não te faça bem.

Lembre-se: o diabo parece chique, mas o inferno não tem qualquer glamour!

Porque, no final das contas, chique mesmo é ser feliz!

Investir em conhecimento pode nos tornar sábios... mas amor e fé nos tornam humanos!
Glória Kallil

sábado, 8 de janeiro de 2011

JESUS!



Para o preso, é a chave que abre a prisão;
Para o desabrigado, é o cobertor que aquece;
Para o triste, é o remédio que cura;
Para o órfão, é o pai que aconselha;
Para o cego, é a luz que guia;
Para o descrente, é a força que prova;
Para o sábio, é a inteligência que brilha;
Para o perdido, é a bússola segura;
Para o faminto, é o pão que sacia;
Para o solitário, é o amigo que nunca falta;
Para o pecador,é o perdão que redime;
Para mim, para mim Jesus, Tu és tudo;
Pois eu sou um pouco de cada um desses.

Por isso Senhor:
Obrigado!

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

O aplauso do céu!


Em breve você estará em casa. Talvez ainda não tenha notado, mas está cada vez mais perto de casa. Cada momento é um passo dado. Cada respiração é uma página virada. Cada dia é um quilômetro percorrido, uma montanha escalada. Você está mais perto de casa do que imagina. 


Antes que você perceba, seu dia marcado chegará; você descerá a rampa e entrará na Cidade. Verá rostos familiares aguardando por você. Ouvirá seu nome ser proferido por aqueles que o amam. E, talvez, digo talvez - no fundo, atrás da multidão - Aquele que preferiu morrer a viver sem você retirará as mãos feridas de dentro de seu manto celestial e... aplaudirá.



Max Lucado. 
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